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ESG: o que você precisa saber, e o que fazer a respeito.



De onde vem?


O ano de 2020 foi o mais difícil da história recente da humanidade, forçando a evolução rápida de diversos conceitos que eram considerados tabus, como o estudo à distância, teletrabalho e a telemedicina.


Por outro lado, questões sobre ética, equilíbrio e respeito em relação às pessoas e ao meio ambiente ganharam um protagonismo nunca antes visto, de sorte que hoje em dia, pessoas não aceitam trabalhar, comprar e investir em empresas que não respeitem clientes, fornecedores, trabalhadores, sociedade, governo e meio ambiente.


O que é ESG?


O termo “ESG” (Environmental, Social and Governance) foi popularizado com o livro “Capitalismo Consciente” de John Mackey e Raj Sisodia, ao final de 2013.

Na busca por normas e padrões para empresas que se preocupam em criar valor não só para si mesmas, mas também para todos os “stakeholders” (clientes, funcionários, fornecedores, investidores, comunidade, governos e meio ambiente), os autores fundaram o movimento “Capitalismo Consciente”.


Eles propõem uma abordagem baseada em 4 princípios:


  1. Propósito maior,

  2. Integração dos stakeholders,

  3. Liderança consciente,

  4. Cultura e gestão conscientes.


Com base em exemplos comparativos, oferecem um guia de como as empresas podem construir estruturas sustentáveis, sólidas e ainda assim lucrativas.



Como medir?


Em busca de métricas e estruturas de acompanhamento para os ESG's, ao final de 2020 o Fórum Econômico Mundial, apoiado por Deloitte, EY, KPMG e PwC publicaram um documento que descreve essas métricas em 4 pilares:

  1. Princípios de Governança;

  2. Planeta;

  3. Pessoas;

  4. Prosperidade.

Os pilares se interconectam com os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas, de sorte que é possível orientar os processos organizacionais da empresa dentro de um padrão que poderá ser posteriormente acompanhado e auditado.


Como implementar?


Expert em estratégia e execução, a McKinsey publicou um artigo em Abril de 2021, delineando um guia de 5 passos para implementação do Capitalismo Consciente:


1. Entender quem são os stakeholders

2. Compreender as necessidades desses stakeholders e construir uma relação de confiança

3. Definir e medir as formas de criação de valor para os stakeholders, que se dão basicamente em 5 dimensões:

  • Financeira/operacional

  • Ambiental

  • Saúde e Bem estar

  • Capacitação e Educação

  • Satisfação/experiência

4. Definir e executar uma estratégia ESG

5. Criar um modelo de operação que sustente os benefícios ESG ao longo do tempo


Onde encontrar?


A Philo Care incorporou os ESG's em sua governança corporativa. Nossa luta para que as pessoas recebam atenção preditiva ANTES de ficarem doentes é extremamente alinhada ao objetivo número 3 das Nações Unidas (Sáude e Bem Estar), além de contribuir para todos os demais objetivos do Capitalismo Consciente!


Quer colaborar, trabalhar, investir ou pelo menos conhecer uma empresa altamente engajada com os ESG's? Vem pra Philo!


Referências:

https://www.weforum.org/reports/measuring-stakeholder-capitalism-towards-common-metrics-and-consistent-reporting-of-sustainable-value-creation

https://www.un.org/sustainabledevelopment/

https://www.mckinsey.com/business-functions/strategy-and-corporate-finance/our-insights/from-principle-to-practice-making-stakeholder-capitalism-work


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