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Passaporte de Saúde?



Há pouco tempo, para sair de casa eu precisava me lembrar de várias coisas: Celular, Relógio, CNH, Cartão do plano de saúde, Cartão de Crédito e Cartão de Débito. Fiquei feliz quando consegui centralizar tudo no celular e smartwatch.


Essa centralização de documentos e gadgets no binômio Smartphone + Smartwatch já era uma tendência mundial, acelerada pela pandemia e necessidade de reduzir o manuseio de objetos.


Os gigantes da tecnologia como Huawei, Xiaomi, Apple e Samsung já perceberam. O relógio, por estar amarrado ao seu pulso, é mais difícil de perder. Se perdeu o celular, basta “buscar o telefone” a partir do relógio. E o contrário também funciona, se tirou o relógio pra carregar ou por qualquer outro motivo, dá para “buscar o relógio” a partir do telefone. Perdeu os 2? Basta telefonar pro celular e sair pela casa com a mão no ouvido (quem nunca?).


Mas o que isso tem a ver com saúde? Estamos chegando lá.


Todos os objetos que não possuem essa conectividade estão fadados a desaparecer: chave do carro, documentos, cartões, controle remoto, gadgets de saúde, etc. Para que perder tempo com eles se Smartwatch + Smartphone cuidam de tudo isso?



Muitos argumentam que tudo vai se condensar em apenas um deles, nós achamos difícil. Smartphone é um ótimo laptop de 6’ sem teclado, com câmera profissional e hub de entretenimento, porém, não é vestível (wearable), ou seja, não está em contato com seu corpo 24h por dia, e não é prático para caminhadas e atividades físicas.


O Smartwatch melhorou muito nos últimos 5 anos. É pequeno e vestível, prático para atividades ao ar livre e faz quase tudo que o celular é capaz de fazer: armazenamento, headphone sem fio, GPS, realização de chamadas, pagamentos; porém, nunca será bom para tirar fotos, usar o Instagram ou assistir Netflix. Nesse ponto chegamos à nossa tese de Saúde com essa dupla: Smartwatch + Smartphone.


Sem alterar a rotina e a vida normal das pessoas, que já possuem sua “dupla” de qualquer marca ou modelo, somos capazes de extrair dados de saúde de forma segura e pessoal (somente o indivíduo tem acesso aos dados detalhados de si mesmo).

Sempre que algum pequeno desvio for detectado, primeiro alertamos a pessoa. Dependendo da persistência ou severidade do problema, pode-se sugerir uma telemedicina pelo smartphone, ou mesmo que um enfermeiro ou médico vá ao seu encontro (usando o GPS) onde você estiver.

A pessoa SEMPRE está no controle da situação. Ela decide o que vai acontecer, como e quando quer ser ajudada ou se não é um momento conveniente. Mas caso ocorra uma emergência extrema, com perda de sentidos ou capacidade de resposta, a plataforma consegue detectar essa limitação e envia socorro.


E finalmente o passaporte de saúde, que para nós é uma mistura de medição de temperatura na entrada do supermercado com pagamento por aproximação... parece confuso? Explicamos.


Seus dados de saúde são extremamente sensíveis e confidenciais, até mais que seu sigilo bancário. Por isso, acreditamos que os modelos de passaporte de saúde por reconhecimento facial e câmeras não são ideais, pois removem a privacidade.

Um processo que utilize dados de saúde deve funcionar igual a um pagamento por aproximação no supermercado. Você decide qual é a forma de pagamento: dinheiro, cartão ou aproveitar a facilidade da aproximação do seu celular ou Smartwatch. A empresa tem que aceitar vários tipos de entrada, do contrário perde clientes. Ela não tem acesso ou armazena os dados da sua conta corrente ou cartão de crédito, apenas recebe um “OK” do banco que aquele pagamento está autorizado, realizando uma transação segura para o cliente e para o estabelecimento.


Se a saída do supermercado funciona assim, então a entrada em estabelecimentos como empresas, shoppings, teatros, eventos, jogos de futebol, pode ocorrer da mesma forma. A plataforma Philo Care contém seu histórico de saúde, vacinação, avalia sua saúde 24h por dia, sabe se você está com febre e detecta sinais de Covid 7 dias antes do PCR.


Nós não vamos passar essa informação para ninguém, mas ANTES de se dirigir ao estabelecimento, você saberá se seu risco é baixo, médio ou alto para contaminação Covid. Se for BAIXO, você aproxima seu celular ou apresenta seu QR code, sua entrada será autorizada imediatamente. Quem não possui o produto simplesmente passa pela checagem usual.


Se o risco for médio ou alto, funciona igual a um pagamento não processado, nenhum alarme ou constrangimento é gerado, e a pessoa tem a oportunidade de passar pela checagem usual se preferir.

Porém, segundo nossas pesquisas, quase 100% das pessoas quer evitar o risco para si e para os demais. Assim sendo, ao perceber risco médio ou alto, deseja fazer um teste Covid o mais rápido possível. Com a Philo, um portador leva o teste até você em minutos, resolvendo essa dúvida tão crítica.


No nosso propósito de aumentar o bem-estar e a tranquilidade das pessoas, acabamos por criar uma solução com potencial de “virar o jogo”. Se aplicada em larga escala com celulares e relógios de baixo custo, poderia permitir a retomada rápida de atividades econômicas, com segurança sanitária, e o que é melhor, sem abrir mão da liberdade, segurança da informação e privacidade dos cidadãos.


É hoje, é agora, vem para Philo!


Fontes:


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2020/04/20/china-usa-qr-code-digital-para-combater-o-coronavirus-saiba-como-funciona


https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2021/03/01/video-china-usa-reconhecimento-facial-e-cameras-termicas-para-controlar-covid-19.ghtml

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