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Tendência dos wearables “mais por menos”?

A Philo Care já testou dezenas de marcas e modelos diferentes de relógios, smartwatches e smartbands que medem (ou dizem medir) tudo o que se possa imaginar. Um primeiro ponto de atenção é a homologação junto aos órgãos brasileiros competentes, como Anatel e Anvisa. Um produto que não possua esse tipo de aprovação pode não ser seguro ao uso, ou pode estar gerando informações imprecisas, o que para a saúde, não é nada bom.


Um segundo ponto é a facilidade de uso, e nesse ponto nós incluímos a duração da bateria. De nada adianta um equipamento com várias funções, se a bateria dura menos que 24h, uma vez que, para capturar o sono, ou em um final de semana longe do carregador, em algum momento o relógio ficará sem bateria e deixará de capturar informações.



Nesse sentido, observa-se um enorme desafio tecnológico a ser enfrentado pelas maiores empresas criadoras das tecnologias vestíveis, como Apple, Samsung, Xiaomi, Fitbit, Garmin, Huawei e Amazon.


De um lado, além do tamanho e sofisticação da tela, há que se escolher as funções do equipamento, desde as mais básicas como contagem de passos, sono e frequência cardíaca (algumas vezes, também oximetria, pressão arterial e ECG); passando pela existência de GPS embutido (bom para esportistas que não precisam carregar o celular para mapear o trajeto); e finalmente a capacidade de realizar e receber ligações de forma independente do celular. De outro lado, há que se compactar o equipamento para que seja o mais confortável, elegante e leve possível.


Tal desafio resulta em duas vertentes, uma com foco em alta funcionalidade (normalmente chamados de Smartwatches), resultando em equipamentos caros (acima de 200 dólares), grandes, pesados, e com duração da bateria inferior a 24 horas, ou até menos, dependendo da taxa de utilização ou desativação de recursos. Outra vertente é a de dispositivos menores (normalmente chamados de Smartbands), mais baratos, finos e leves, com duração de bateria superior a uma semana, mas que por contrapartida não conseguem oferecer recursos como GPS embutido, ligações telefônicas, ECG, pressão arterial entre outros.


Um recente lançamento da Amazon, o HALO VIEW, traz inovações bastante interessantes na linha dos relógios mais leves. Por menos de 100 dólares, ele traz todas as funções básicas dos smartbands, mais alguns itens bastante interessantes como postura e massa corporal, bem como várias funções que utilizam a câmera e microfone do celular, permitindo uma série de análises com o apoio do aplicativo do fabricante. Por outro lado, apesar de diversos feedbacks dados pelo aplicativo, a Amazon não te coloca em contato com um profissional de saúde.


Agora, imagine por um momento, se houvesse uma solução onde, ao utilizar um relógio como o Halo, sutis alterações em sua saúde são detectadas pelo relógio, sua Alexa te pergunta se você está se sentindo mal e, caso positivo, um médico de carne e osso é acionado e te atende por telemedicina imediatamente.


Pois esse é o propósito da Philo Care: conectar todo e qualquer wearable das grandes marcas a uma tecnologia de acompanhamento, que possa detectar desvios e te ajudar antes do agravamento da doença.


Quer saber spoilers da sua saúde? É hoje, é agora, vem pra Philo!

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