TendĂȘncia dos wearables âmais por menosâ?
- Philo Care
- 17 de nov. de 2022
- 2 min de leitura
A Philo Care jĂĄ testou dezenas de marcas e modelos diferentes de relĂłgios, smartwatches e smartbands que medem (ou dizem medir) tudo o que se possa imaginar. Um primeiro ponto de atenção Ă© a homologação junto aos ĂłrgĂŁos brasileiros competentes, como Anatel e Anvisa. Um produto que nĂŁo possua esse tipo de aprovação pode nĂŁo ser seguro ao uso, ou pode estar gerando informaçÔes imprecisas, o que para a saĂșde, nĂŁo Ă© nada bom.
Um segundo ponto Ă© a facilidade de uso, e nesse ponto nĂłs incluĂmos a duração da bateria. De nada adianta um equipamento com vĂĄrias funçÔes, se a bateria dura menos que 24h, uma vez que, para capturar o sono, ou em um final de semana longe do carregador, em algum momento o relĂłgio ficarĂĄ sem bateria e deixarĂĄ de capturar informaçÔes.

Nesse sentido, observa-se um enorme desafio tecnolĂłgico a ser enfrentado pelas maiores empresas criadoras das tecnologias vestĂveis, como Apple, Samsung, Xiaomi, Fitbit, Garmin, Huawei e Amazon.
De um lado, alĂ©m do tamanho e sofisticação da tela, hĂĄ que se escolher as funçÔes do equipamento, desde as mais bĂĄsicas como contagem de passos, sono e frequĂȘncia cardĂaca (algumas vezes, tambĂ©m oximetria, pressĂŁo arterial e ECG); passando pela existĂȘncia de GPS embutido (bom para esportistas que nĂŁo precisam carregar o celular para mapear o trajeto); e finalmente a capacidade de realizar e receber ligaçÔes de forma independente do celular. De outro lado, hĂĄ que se compactar o equipamento para que seja o mais confortĂĄvel, elegante e leve possĂvel.
Tal desafio resulta em duas vertentes, uma com foco em alta funcionalidade (normalmente chamados de Smartwatches), resultando em equipamentos caros (acima de 200 dólares), grandes, pesados, e com duração da bateria inferior a 24 horas, ou até menos, dependendo da taxa de utilização ou desativação de recursos. Outra vertente é a de dispositivos menores (normalmente chamados de Smartbands), mais baratos, finos e leves, com duração de bateria superior a uma semana, mas que por contrapartida não conseguem oferecer recursos como GPS embutido, ligaçÔes telefÎnicas, ECG, pressão arterial entre outros.
Um recente lançamento da Amazon, o HALO VIEW, traz inovaçÔes bastante interessantes na linha dos relĂłgios mais leves. Por menos de 100 dĂłlares, ele traz todas as funçÔes bĂĄsicas dos smartbands, mais alguns itens bastante interessantes como postura e massa corporal, bem como vĂĄrias funçÔes que utilizam a cĂąmera e microfone do celular, permitindo uma sĂ©rie de anĂĄlises com o apoio do aplicativo do fabricante. Por outro lado, apesar de diversos feedbacks dados pelo aplicativo, a Amazon nĂŁo te coloca em contato com um profissional de saĂșde.
Agora, imagine por um momento, se houvesse uma solução onde, ao utilizar um relĂłgio como o Halo, sutis alteraçÔes em sua saĂșde sĂŁo detectadas pelo relĂłgio, sua Alexa te pergunta se vocĂȘ estĂĄ se sentindo mal e, caso positivo, um mĂ©dico de carne e osso Ă© acionado e te atende por telemedicina imediatamente.
Pois esse é o propósito da Philo Care: conectar todo e qualquer wearable das grandes marcas a uma tecnologia de acompanhamento, que possa detectar desvios e te ajudar antes do agravamento da doença.
Quer saber spoilers da sua saĂșde? Ă hoje, Ă© agora, vem pra Philo!
